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Dia E Lidl Impõem Seu Padrão De Negócio Pela Extenso Distribuição

    Dia E Lidl Impõem Seu Padrão De Negócio Pela Extenso Distribuição 1

    O vasto consumo não cresce no que vai de ano. Isto não impede que tenha supermercados que estão melhorando com a força da tua posição no sector. São os casos do Dia e Lidl, que, em 2016, atingiram seus limites de quota de mercado após ser os que mais crescem entre os principais grupos de distribuição do povo. Trata-Se do sucesso do sortido curto, como é famoso no setor a esse modelo de supermercados que bem como está Mercadona ou, em pequeno tamanho, Aldi. Trata-Se de cadeias com potente peso da marca branca que conseguiram atrair o comprador.

    Isso tem levado a Dia a ser o segundo grupo, com 8,9%, e a Lidl ser a quinta, com 4,1%, de acordo com os dados que recolhe Kantar Worldpanel. “Essas cadeias têm dado uma transformação, reformaram tuas lojas, dando espaço ao fresco e melhorando a sua imagem”, explica Florença Garcia, analista de varejo em Kantar.

    “O cliente prontamente não se vê esses grupos como um território onde obter barato”, explica. Isto tem levado o setor a variar a etiqueta de hard discount (forte de desconto) à gama curto. Propriamente a aposta na inclusão de produtos frescos, como no caso Da Praça de Dia, que estreou há um ano, tem alimentado a esse modelo de lojas. “O cliente português é muito especialista com estes produtos, mas, conseguiram quebrar o tabu”, explica Garcia.

    “A chave do sucesso destes supermercados é que o comprador tenha alterado a sua forma de agir”, inclui. O especialista também prevê que o crescimento tanto de Dia como de Lidl se continue. “A alemanha vai prosseguir a amadurecer ao menos este ano e o que vem por causa de seus planos de expansão e investimento em Portugal”, explica Garcia. O analista considera que Lidl ainda tem regiões onde tua presença é fraco e que conseguem mobilizar o teu desenvolvimento. A recessão de Eroski, o que levou a vender um excelente número de supermercados e hipermercados, fez com que a diferença entre a basca, quarta cadeia em Espanha, e Lidl tenha sido capturado.

    Se, há dois anos, a distância era de mais de três pontos, hoje apenas supera o ponto de cota de mercado. Mercadona continua sendo a líder, com quase 23% do setor, ainda que, no último ano viu reduzida a sua quota.

    De fato, este triunfo do sortido curto que tem impulsionado o progresso de Dia e Lidl não teria sido possível sem o papel de Mercadona e tuas marcas próprias Fazendeiro ou Deliplus, segundo o analista. Menos positiva é a ocorrência para outros grupos de distribuição em Portugal.

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    Sempre que Lidl e Dia crescem em participação e Mercadona mais ou menos a mantém, Carrefour, Lusa e o Grupo Auchan (Alcampo e Simply) retrocederam. O grupo francês foi afetado pelo freio do canal de mercado, em que é líder em Portugal.

    É a terceira maior corporação do setor, com uma participação de 8,3%, perdendo terreno com Dia. Eroski, em seu plano de reestruturação financeira e de negócio, foi desprendido de mais de uma centena de lojas, que passaram a Dia, e de muitas dezenas de hipermercados, que comprou Carrefour.

    O anúncio do mês passado, a chegada ao Brasil do elenco de produtos frescos da Amazon abriu um novo fato no setor, onde o comércio eletrônico ainda tem pouco peso. Florencio Garcia, da Kantar, argumenta que a oferta da Amazon no Brasil ainda não é semelhante ao que tem em outros países e que o serviço de hipermercado que abriu um ano se circunscreve ainda à área urbana. No entanto, Garcia observa que em todos os mercados em que a Amazon entra com sua hipermercado online faz com que os seus concorrentes “espabilen”.

    Sendo assim, considera que a oferta de compra eletrônica vai crescer nos próximos meses e coloca como modelo o acontecimento de que a Mercadona prepare uma nova internet. Dia também tem feito um empenho nos últimos meses pra aperfeiçoar a sua oferta e outros como Carrefour buscam com o comércio eletrônico relançar os hipermercados. Quanto aos que ainda não o oferecem, como o Lidl, Garcia sinaliza que a companhia alemã de imediato começou a fazer seus primeiros testes piloto fora de Portugal para entrar no negócio do comércio eletrônico de alimentação.

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